O que fica guardado, e o que não fica.
Não há login
A plataforma não pede conta, senha nem cadastro para estudar. Não sabemos quem você é.
O que fica só no seu navegador
Seu progresso nos módulos e a ficha do agente que você monta ficam no seu dispositivo e nunca são enviados ao servidor. A ficha carrega contexto do seu trabalho — é justamente por isso que ela não sai daqui. Limpar os dados do navegador apaga as duas coisas, e não temos como recuperá-las.
O certificado
Guarda apenas o que está impresso nele: nome, oficina, carga horária, competências, código e data. Não existe campo de e-mail, órgão, CPF ou matrícula — essas colunas não existem no banco, então não há o que vazar. A verificação é feita por código; a lista completa de certificados não é pública, porque uma lista de nomes é uma lista de presença.
A avaliação da oficina
É anônima, e isso não é uma promessa de conduta: o formulário não pede nome nem órgão e essas colunas não existem na tabela, junto com e-mail, CPF, matrícula e qualquer identificador de navegador. Ficam guardadas as notas, a via por onde você construiu, o que você escreveu nos campos de texto e a data. Não há como ligar uma resposta a uma pessoa, nem por nós.
O que você escreve ali é lido por quem organiza a oficina, para desenhar a próxima — não vai para o painel público nem para lugar nenhum fora daqui.
As sugestões
O formulário no fim da trilha guarda a categoria, a mensagem e — se você quiser — um contato. É o único campo da plataforma onde alguém pode gravar como falar com ela, e ele existe por um motivo simples: sem um jeito de responder, a caixa de sugestões só recebe. É opcional, e a sugestão vale igual sem ele. O que você escrever ali é usado para responder você, e para nada mais.
É a diferença deliberada em relação à avaliação, logo acima: lá um campo de nome silenciaria quem tem algo desconfortável a dizer, então ele não existe.
Endereço de IP
Nunca é guardado nem registrado em texto puro. O que existe é um código derivado dele, usado só para limitar abuso — da avaliação, das sugestões, do contador de visitas e da conversa com a Enedina. Esse código não fica em nenhuma tabela de conteúdo e é descartado junto com a janela de limite a que pertence.
O contador de visitas
A plataforma conta quantas vezes cada página foi aberta, e os números ficam à vista no painel de uso. É um contador, não uma ferramenta de análise: não há IP, navegador, referência de origem, sessão nem horário de visita individual — as colunas para isso não existem no banco, então não há como reconstruir a navegação de ninguém. Também não há cookie de rastreio e nenhum serviço de terceiro carregado junto com a página.
O que a Enedina registra
Só o que serve para controlar custo: quantos turnos, quantos tokens, quanto tempo, se deu erro. O conteúdo das conversas não é guardado.
Onde isso roda — e o que não podemos prometer
A aplicação e o banco ficam em servidores no Brasil. Isso não torna a plataforma soberana, e seria desonesto sugerir que sim: quando você conversa com a Enedina, a mensagem vai para um provedor de modelo de linguagem cuja infraestrutura pode estar fora do país.
Por isso vale para ela a mesma regra que o módulo 08 ensina para qualquer ferramenta de IA: não escreva ali o que você não escreveria num e-mail que sai do órgão — dado pessoal de cidadão, documento sigiloso, número de processo restrito.